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NEWS · 29 Sep 2026

Cole Palmer vítima de 'agenda tóxica', diz chefe da PFA

O executivo Maheta Molango da Professional Footballers' Association afirmou que o meio-campista inglês Cole Palmer está sendo prejudicado por um calendário 'doente' que exige demais dos jogadores. A crítica aponta a necessidade de rever a carga de jogos e treinos no futebol profissional.

O meio-campista Cole Palmer, que atua no Aston Villa e já foi convocado para a seleção inglesa, tem enfrentado uma série de lesões que o impediram de manter ritmo constante no clube e na seleção. A sobrecarga de jogos, treinos e viagens tem sido apontada como fator agravante.

Maheta Molango, diretor executivo da Professional Footballers' Association (PFA), descreveu o calendário atual como "doente", dizendo que os jogadores estão sendo submetidos a expectativas excessivas que colocam em risco a sua saúde e desempenho. Ele destacou que Palmer é um exemplo claro de como o sistema pode prejudicar atletas.

A preocupação com o bem-estar dos jogadores ganhou força nos últimos anos, especialmente após relatos de que a carga de trabalho pode levar a lesões crônicas e a uma diminuição na longevidade das carreiras. O caso de Palmer reforça a necessidade de ajustes nas políticas de calendário.

Em resposta, a PFA tem intensificado a sua campanha para negociar com ligas e clubes uma revisão das rotinas de treino, dias de descanso e número de partidas. A associação também propõe a implementação de protocolos de monitoramento de carga física.

Nos próximos meses, a PFA planeja reuniões com representantes da Premier League e da FIFA para discutir possíveis reformas. Se bem-sucedidas, as mudanças poderiam reduzir a frequência de jogos e aumentar os períodos de recuperação, beneficiando jogadores como Palmer e todo o futebol profissional.